A dupla Toninho e Romeu Muritiba conquistou o primeiro lugar com “Arco-Íris de Papel” e recebeu prêmio de Cr$ 1 milhão

Um registro de jornal da época resgata a história do I Festival de Música de Baixa Grande, realizado em 1985, reunindo compositores e intérpretes da região. Entre os destaques estavam representantes de Mairi, Feira de Santana e Piritiba.

O primeiro lugar ficou com “Arco-Íris de Papel”, de autoria de Romeu Muritiba, Antonio (Toninho) e Lila Araújo, de Mairi. A composição vencedora recebeu Cr$ 1 milhão.

A segunda colocação ficou com “Família Dó-ré-mi”, de Vanderlino Souza Santos, de Feira de Santana, que também era autor de “Gente deste lugar”. O prêmio foi de Cr$ 500 mil.

Em terceiro lugar ficou “Mundo Morto”, de Roberto Barbosa Oliveira, de Piritiba, com prêmio de Cr$ 300 mil. “Recado”, de Getúlio Mendes e Genival Correia, ficou em quarto e recebeu Cr$ 200 mil. Na quinta posição, “Nordeste Berço Explêndido”, de Evaristo Mendes Alves, recebeu Cr$ 100 mil.

Além do primeiro lugar, Romeu Muritiba foi escolhido como melhor intérprete do festival. O prêmio de melhor letra ficou com Tom Andrade, de Piritiba, enquanto “Família Dó-ré-mi” foi escolhida como a melhor música. Segundo a publicação da época, os vencedores dessas três categorias receberam como prêmio um violão Giannini.

O registro preserva parte da memória cultural de Baixa Grande e da região, destacando artistas e compositores locais que participaram dos festivais de música da época.

Em 1985, Cr$ 1 milhão correspondia a aproximadamente três salários mínimos. Considerando o salário mínimo de 2026, de R$ 1.621, a premiação representaria hoje cerca de R$ 4,8 mil, tomando como referência a quantidade de salários mínimos de cada época.

Fonte: registro de jornal da época, compartilhado por Romeu Muritiba

Veja mais:







Comentários

Postagem Anterior Próxima Postagem