Comissão da Votação Paralela TRE/BA - Dr. Arjones, Dr. Fabrício Bastos, Desembargador Osvaldo Bomfim e Promotora Rita Tourinho.
Segundo o Conselheiro, após acompanhar o processo eleitoral de 2014, pôde ter certeza da segurança do sistema de votação adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral, que conta com diversas criptografias destinadas a evitar a invasão por hackers, além de um sistema de auditoria paralela, que possibilita o controle total sobre eventuais intercorrências na votação.
Comentou, ainda, acerca de temas polêmicos, como o sistema proporcional de eleição e o financiamento privado de campanhas, especialmente por grandes empresas, que torna o candidato eleito submetido aos interesses das corporações doadoras.
Criticou também os critérios estatísticos utilizados por institutos de pesquisas eleitorais, cujos resultados divergiram diametralmente do conteúdo das urnas, o que revela um grave erro de cálculo ou mesmo um forte indício de fraude, sugerindo a apuração pela prática de eventual crime de falsidade ideológica.
Sustentou a necessidade de se exigir a apresentação prévia das propostas de governo de cada candidato, como forma de estabelecer uma espécie de contrato com a sociedade, cujo descumprimento poderá ensejar, inclusive, a perda do mandato eletivo.
Dr. Fabrício asseverou, por fim, a importância do voto no sistema democrático brasileiro, ressaltando que a atitude de votar em branco ou em nulo não contribui para a democracia, já que são absolutamente desconsiderados na contagem dos eleitos.
Confira a entrevista no vídeo abaixo:
Confira a entrevista no vídeo abaixo:




